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3 dicas para reduzir os custos da empresa durante a crise

Reduzir os custos: Especialista em turnaround, Flávio Ítavo, destaca três medidas simples que ajudam na economia da empresa

Reduzir os custos: Retenção de despesas, metas cada vez mais desafiadoras e contratempos já fazem parte da rotina de um bom administrador. Mas e os detalhes para essa redução acontecer na prática? O especialista em turnaround Flávio Ítavo destaca abaixo três dicas para reduzir parte dos problemas e, o melhor, delegar para outras partes interessadas. Confira. Dica 1 – Cada despesa precisa ter um “dono”, ou seja, alguém que será responsável por acompanhar e tomar providências no sentido de reduzir tais gastos. Então designe um responsável por cada linha de despesa. Quando uma responsabilidade é atribuída a outra, os efeitos surgem a curto prazo e o processo costuma ser altamente eficaz. Dica 2 – Reveja todos os contratos e fornecimentos. Rever não significa trocar, mas sim revê-los. Tente aumentar o prazo, reduzir o tamanho do pedido, fracionar o tamanho dos lotes de compra, etc. Nem sempre o preço é a solução mais importante. É preciso manter bom relacionamento com o fornecedor para arranjar novas soluções. Dica 3 – Separe o que é essencial daquilo que não é. Uma ilustração para essa dica é que podemos manter a qualidade em um item X, considerado item essencial, que eu nunca poderei mexer. No entanto, posso pensar em alternativas diferentes no seu frete de transporte, por exemplo. Nessa situação é possível definir fretes mais baratos, alternativas mais simples e eficazes, ao invés de optar por fretes caríssimos e altamente qualificados.

Sobre Flávio Ítavo

Executivo com experiência em empresas multinacionais e nacionais de grande porte de diferentes segmentos como Danone, Warner Lambert, Bunge Alimentos, Coty Inc, KPMG, Belsonno, Grupo Canopus e Grupo Niponsul, em posições de Gerência Geral e Diretoria Financeira, de Produção e Vendas, e em Turnaround de empresas como Avis Renta a Car e Cofibam, Flávio Ítavo especializou-se na recuperação de companhias e no redirecionamento para alavancar vendas e resultados. Ao longo de 30 anos, Flávio construiu uma carreira sólida como negociador, na criação de alianças, joint ventures, compra e venda de empresas,  desenvolvedor de estratégias e táticas de sucesso, criador e iniciador de novos segmentos, produtos e mercados. Hoje, é um dos maiores especialistas em Turnaround, focando seus esforços na recuperação de grandes empresas e readequação aos novos tempos do mercado.

Sobre Turnaround

O Turnaround ficou conhecido como processo de recuperação ou renovação corporativa. As stratégias de Turnaround visam avaliar todos os setores de uma companhia, incluindo seus valores e sua missão, propor e executar estratégias agressivas para uma reestruturação profunda e uma mudança de rumo que recoloque a empresa no eixo e permita voltar a crescer. Embora muitas companhias ainda tenham dificuldade em admitir a necessidade do Turnaround, o processo já ajudou a recuperação e na volta por cima de muitas marcas no Brasil e no mundo.

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Flávio Ítavo | flavioitavo.com.br | flavio_itavo@uol.com.br

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Motivação dos colaboradores

Confira 4 dicas para manter a motivação dos colaboradores em momentos de crise empresarial

Motivação dos colaboradores: Especialista em turnaround, Flávio Ítavo, destaca a importância de pequenas iniciativas para evitar novos conflitos

Motivação dos colaboradores: Uma das coisas mais desafiadoras em momento de crise é manter a equipe motivada. Muitos são os fatores externos e internos que podem influenciar diretamente no comportamento dos colaboradores. De acordo com Flávio Ítavo, especialista em turnaround (recuperação de empresas), existem algumas dicas importantes e significativas para manter a equipe motivada. Confira abaixo.

Dica 1 – Tem que haver um futuro

Depois de um tempo de crise, é natural que os colaboradores comecem a pensar na perspectiva de futuro da empresa. Muitos se perguntam se haverá futuro, mas na verdade pode ser um futuro qualquer, desde que seja um futuro. Há uma técnica fundamental para todo o processo de turnaround, onde a liderança tem de desenvolver um bom storytelling com aquilo que realmente consta na realidade da empresa. Um bom exercício é pensar “sairemos da crise como uma empresa muito menor, provavelmente um terço de nosso tamanho atual. Seremos muito mais ágeis e teremos custos muito menores, fazendo com que sejamos muito mais competitivos do que somos atualmente”. Diante desse cenário o colaborador saberá que dois terços ou mais poderão ser desligados, mas que haverá um verdadeiro esforço por competitividade e reduções de custos e despesas. Ao mesmo tempo, o colaborador saberá que ele poderá fazer parte de uma empresa que sobreviverá, já que os pessimista acreditam que estarão nos dois terços demitidos, enquanto os otimistas estarão no terço remanescente vendo a empresa reerguer.

Dica 2 – Nunca crie uma perspectiva individual, mas sempre uma perspectiva coletiva

Evite criar futuros conflitantes. Não crie a necessidade de manter um ou outro colaborador, pois isso costuma destruir as narrativas coletivas. Poucas pessoas conseguem manter boas notícias em segredo e isso pode complicar bastante a credibilidade.

Dica 3 – Acompanhe a interação dos líderes junto aos colaboradores

Sugira um cafezinho, um papo no corredor, uma visita na sala, almoço, café da manhã, passeios pelo chão de fábrica com o intuito de interagir com os colaboradores. A simples atenção que esses recebem de suas lideranças costumam trazer motivação para a equipe.

Dica 4 – Na crise o caráter e a resiliência valem muito

Essa combinação costuma ser indicadora de colaboradores “duros na queda”. Prefira escolher o colaborador trabalhador, ao invés do bom de conversa porque ele pode te abandonar quando as ondas ficarem mais altas e o navio começar a balançar.

Sobre Flávio Ítavo

Executivo com experiência em empresas multinacionais e nacionais de grande porte de diferentes segmentos como Danone, Warner Lambert, Bunge Alimentos, Coty Inc, KPMG, Belsonno, Grupo Canopus e Grupo Niponsul, em posições de Gerência Geral e Diretoria Financeira, de Produção e Vendas, e em Turnaround de empresas como Avis Renta a Car e Cofibam, Flávio Ítavo especializou-se na recuperação de companhias e no redirecionamento para alavancar vendas e resultados. Ao longo de 30 anos, Flávio construiu uma carreira sólida como negociador, na criação de alianças, joint ventures, compra e venda de empresas,  desenvolvedor de estratégias e táticas de sucesso, criador e iniciador de novos segmentos, produtos e mercados. Hoje, é um dos maiores especialistas em Turnaround, focando seus esforços na recuperação de grandes empresas e readequação aos novos tempos do mercado.

Sobre Turnaround

O Turnaround ficou conhecido como processo de recuperação ou renovação corporativa. As stratégias de Turnaround visam avaliar todos os setores de uma companhia, incluindo seus valores e sua missão, propor e executar estratégias agressivas para uma reestruturação profunda e uma mudança de rumo que recoloque a empresa no eixo e permita voltar a crescer. Embora muitas companhias ainda tenham dificuldade em admitir a necessidade do Turnaround, o processo já ajudou a recuperação e na volta por cima de muitas marcas no Brasil e no mundo.

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fornecedores

Comunicando com os fornecedores

Os fornecedores são a linha mais fácil de manter a comunicação, porém os mais difíceis de controlarmos o que eles devem saber ou não. Explico: Se sua empresa soube montar um relacionamento adequado com seus fornecedores ao longo de sua existência, estes deverão saber muito sobre o que acontece com sua empresa. Este é um caminho de duas vias que geralmente rende bons frutos ao longo dos anos. Seus fornecedores conhecem bem sua empresa e sua empresa conhece bem seus fornecedores. E quando ela entra em crise, é de se esperar que seus fornecedores tomem ciência da natureza da crise, assim como de seus efeitos.

Ocorre que seu maior financiador de capital de giro são seus fornecedores e neste sentido é fundamental mantê-los. Como crises severas significam dificuldades de pagamento, pagar os fornecedores pode se tornar um desafio. É por isso que se comunicar com os fornecedores geralmente é uma tarefa simples, mas manter-se fiel ao que foi comunicado já não é tão simples assim.

Algumas dicas que podem ajudar muito.

1º Como o relacionamento é próximo, seja tão transparente quanto possível. Não gere expectativas otimistas ou que não sejam exequíveis. Como o fornecedor é em boa parte das vezes um velho conhecido e ninguém gosta de prejudicar amigos, a tendência é que as empresas em dificuldades acabem por minimizar suas dificuldades, gerando falsas expectativas em sua capacidade de pagar, principalmente as iniciais. O pior que pode acontecer com um fornecedor é o cliente renegociar a dívida e falhar no primeiro pagamento. Muito melhor negociar o primeiro pagamento para 90 dias que aceitar uma negociação para 60 dias e atrasar 30. 2º Fortaleça o conceito de “uma equipe, um objetivo” e a parte que cabe a cada um dentro deste conceito. Esclareça as dificuldades que ocorreram por parte de sua empresa e a necessidade que haverá de dar continuidade a esta parceria. 3º Estabeleça um fluxo de informação alternativo pelo período mais crítico da crise. Se normalmente a maior parte da comunicação é trocada entre assistentes ou encarregados no fluxo normal das atividades, pode ser uma boa ideia fazer com que gerentes ou diretores passem a ter uma linha de comunicação mais frequente durante este período. 4º Alinhe sua estratégia futura. Fornecedores, assim como bancos, durante a crise precisam ter uma noção de que “um futuro” está sendo providenciado e é atingível. Finalmente lembre-se de que a credibilidade, assim como em todas as outras linhas de comunicação, é fundamental, mas que o bom senso naquilo que está sendo comunicado é tão importante quanto a transparência com que essa comunicação é feita.

Sobre Flávio Ítavo

Executivo com experiência em empresas multinacionais e nacionais de grande porte de diferentes segmentos como Danone, Warner Lambert, Bunge Alimentos, Coty Inc, KPMG, Belsonno, Grupo Canopus e Grupo Niponsul, em posições de Gerência Geral e Diretoria Financeira, de Produção e Vendas, e em Turnaround de empresas como Avis Renta a Car e Cofibam, Flávio Ítavo especializou-se na recuperação de companhias e no redirecionamento para alavancar vendas e resultados. Ao longo de 30 anos, Flávio construiu uma carreira sólida como negociador, na criação de alianças, joint ventures, compra e venda de empresas,  desenvolvedor de estratégias e táticas de sucesso, criador e iniciador de novos segmentos, produtos e mercados. Hoje, é um dos maiores especialistas em Turnaround, focando seus esforços na recuperação de grandes empresas e readequação aos novos tempos do mercado.

Sobre Turnaround

O Turnaround ficou conhecido como processo de recuperação ou renovação corporativa. As stratégias de Turnaround visam avaliar todos os setores de uma companhia, incluindo seus valores e sua missão, propor e executar estratégias agressivas para uma reestruturação profunda e uma mudança de rumo que recoloque a empresa no eixo e permita voltar a crescer. Embora muitas companhias ainda tenham dificuldade em admitir a necessidade do Turnaround, o processo já ajudou a recuperação e na volta por cima de muitas marcas no Brasil e no mundo.

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Flávio Ítavo | flavioitavo.com.br | flavio_itavo@uol.com.br

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